sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Bancários do Maranhão encerram greve; Caixa Econômica continua


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A greve dos bancários, no Maranhão, terminou na maioria das agências dos bancos públicos e privados. A decisão foi tomada após assembleias da categoria, realizadas na noite desta quinta-feira (6), em São Luís e Imperatriz. O Sindicato dos Bancários do Maranhão (Seeb-MA) informou que apenas as agências da Caixa Econômica Federal seguem sem funcionar normalmente, por tempo indeterminado. Sendo assim, a partir desta sexta-feira (7), os atendimentos nas agências do Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste serão retomados.
 
De acordo com o presidente do sindicato, Eloy Natan, a categoria não ficou satisfeita com a proposta apresentada pelos banqueiros, contudo boa parte dos trabalhadores resolveu acordar pelo fim da greve por conta da aceitação nacional neste sentido.
 
“Após a assembleia, ficou decidido que a greve continua apenas na Caixa Econômica Federal. A proposta foi rejeitada pelos bancários, mas diante do cenário nacional, os demais bancários decidiram voltar ao trabalho”, informou o sindicalista.
 
O sindicato informou ainda que as manifestações continuam. Nesta sexta, na Praça João Lisboa, no Centro de São Luís, representantes da categoria vão realizar um ato público cobrando “uma proposta digna, que contemple as reivindicações específicas da categoria”.
 
A proposta apresentada Fenaban (Federação Nacional do Bancos), na noite de quarta-feira, foi reajuste de 8% em 2016 e abono de R$ 3.500. Esta foi a terceira proposta lançada para apreciação dos bancários. A proposta inclui ainda aumento de 10% no vale refeição e no auxílio-creche-babá, além de 15% no vale alimentação. Outro compromisso acordado dos bancos foi em garantir aumento real de 1% em todos os salários e demais verbas. Este acordo tem validade de dois anos. A Fenaban aceitou conceder abono total dos dias parados, mas apenas das assembleias desta quinta.
 
Esta foi uma das greves que mais durou. Em São Luís, aceitação foi de 100% das agências dos bancos públicos. Nas agências da iniciativa privada, nem todas aderiram ao movimento. A paralisação começou no dia 6 de setembro e nesta quinta-feira o movimento paredista completou 31 dias.

Fonte: http://cn.radio.br/site/

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