quarta-feira, 26 de abril de 2017

Tutóia: avaliação dos 100 dias do governo - SAÚDE

Não é de hoje que viraliza na rede social reclamações sobre o atendimento ou falta de atendimento (em muitas especialidades) no Hospital Lucas Veras.

Além da internet, reclamações são feitas de esquina em esquina. Aliás, quero aqui fazer uma ponderação: muitos usuários do serviço ao invés de apenas reclamar deveriam formalizar a reclamação a setores competentes como a própria Secretaria de Saúde ou ao Ministério Público, Ministério da Saúde entre outros.

Mas, não deve ser pela falta de denúncias e reclamações que o atendimento seja preconizado.

Esta semana viralizou na rede social um áudio com populares comentando da distribuição de senhas no hospital municipal para determinados exames médicos.

Há ainda a lamentável situação do centro cirúrgico estar interditado (há mais de quatro anos está nesta situação). De acordo com um vereador na sessão plenária desta segunda-feira (24), por falta de uma lavanderia industrial. O fato é que dezenas de tutoienses deixam de ser atendidos e por vezes vão a óbito por conta do não funcionamento do centro. Até mesmo pequenas cirurgias deixam de ser feitas.

Com relação a isso cabe ressaltar que poderia se lavar as roupas, através de um processo licitatório ou mesmo com dispensa de licitação na cidade vizinha de Parnaíba (PI) que conta com lavanderias especializadas.

Ou ainda, realizar um convênio com a Clínica Nossa Senhora de Nazaré de propriedade do ex-prefeito Bebeto Caldas que conta com centro cirúrgico. Ou seja, haveria como resolver e não deixar muita gente “morrer à mingua”.

Vale ressaltar ainda que o único hospital que temos não é suficiente para atender a demanda de mais de 70 mil habitantes (considerando a população de Tutóia e alguns de Água Doce e Paulino Neves que vez ou outra buscam o serviço). São recorrentes em grupos da rede social reclamações na marcação de exames e consultas.


Apesar da lamentável situação o governo disse que o centro cirúrgico deverá funcionar em breve (até o meio do ano), segundo o vereador Raimundo Sintraf na sessão plenária da Câmara de Vereadores. 

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