sexta-feira, 29 de maio de 2020

Projeto valoriza a História e resgata a autoestima de estudantes no interior do Maranhão

Projeto valoriza a História e resgata a autoestima de estudantes no interior do Maranhão
Com o Projeto "Sarilho: A História vira cena", a Profa. Francilda Machado despertou seus alunos para a importância de sentirem orgulho da própria História, representada por meio de uma companhia teatral
Levantar a autoestima dos estudantes a partir da valorização da própria história. Esses são os princípios que norteiam o Projeto "Sarilho: A História vira cena", finalista do Prêmio Professor Transformador na categoria Ensino Fundamental II. Coordenado pela Professora Francilda Machado, o projeto é desenvolvido na Escola Municipal Santa Bárbara, no município de São Bento, no Maranhão.
Na entrevista a seguir, a educadora compartilha um pouco de sua experiência com o desenvolvimento do projeto. O vídeo completo sobre a iniciativa pode ser conferido no site da Base2Edu, organizadora do Prêmio Professor Transformador, ou em seu canal no Youtube:
Como surgiu a ideia de desenvolver este projeto?
Atuo como educadora há nove anos. Iniciei lecionando em salas do Ensino Médio, em um município vizinho, São Vicente Ferrer. Desde então, busco desenvolver atividades que primem por uma aprendizagem significativa e também por compreender que a Educação é o mecanismo de transformação de realidades. Melhor ainda, é o mecanismo de transformação de vidas.
Desde que cheguei na Escola Santa Bárbara, há quatro anos, percebi a necessidade de desenvolver um projeto que visasse levantar a autoestima dos alunos e também para que eles começassem a valorizar suas vivências. Assim nasceu o projeto "Sarilho: A História vira cena", para despertar os nossos estudantes para a valorização das riquezas do seu próprio entorno e para que percebessem que a sua história local é de importância ímpar no seu processo de ensino-aprendizagem.
E quais foram as principais atividades realizadas?
Estruturamos as atividades do projeto da seguinte maneira: primeiro, realizamos rodas de conversa relacionando as vivências dos alunos com o conteúdo das aulas. A partir daí, fomos a campo realizar pesquisas com moradores, fazer anotações e transformar tudo isso em textos, que seriam apresentados para toda a escola e para as famílias através da Companhia Sarilho, que foi criada durante o projeto.
Nesse processo, ainda colhemos imagens e fizemos vídeos que foram e serão muito importantes no resgate da cultura local.
Quais são os principais resultados observados até o momento?
Além de contribuir para que a aprendizagem dos alunos nas áreas de Ciências Humanas nos anos finais do Ensino Fundamental se tornasse eficaz, o projeto despertou o sentimento de valorização dos estudantes em relação à sua própria história e a realidade à sua volta. Hoje temos alunos que não tem medo e nem vergonha de mostrar as suas origens e falar das suas raízes, de trazer à cena atores reais como pescadores, lavadeiras e lavradores. Hoje, nós temos alunos com uma autoestima muito melhor.
Considerando a BNCC, o projeto trabalhou quais habilidades e competências?
Partindo da premissa de que todo o trabalho foi pautado na realidade dos alunos e que trouxe um dinamismo para o ambiente escolar, o projeto colocou em prática as seguintes competências gerais da BNCC: Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade; Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural; Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação.
Foram trabalhadas ainda as competências específicas para o ensino de História no Ensino Fundamental, tais como: Compreender acontecimentos históricos, relações de poder, processos e mecanismos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços, para analisar, posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo; Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, além de posicionar-se criticamente com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
Sobre o Prêmio Professor Transformador
O Prêmio Professor Transformador foi lançado com o objetivo de destacar projetos inovadores desenvolvidos por professores da Educação Básica de todo o País, alinhados com as diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Os 12 projetos finalistas estão distribuídos em quatro categorias, que correspondem às etapas do Ciclo Básico da Educação no Brasil: Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio.
A classificação final dos projetos em cada categoria será anunciada durante a Bett Educar, considerada a maior feira de Educação e Tecnologia da América Latina. O evento está com a sua realização adiada em 2020, por conta do avanço da pandemia da Covid-19. Tão logo seja possível, a organização anunciará uma nova data.
Os segundos e terceiros colocados em cada categoria do Prêmio Professor Transformador irão receber R 2.5 mil e a oportunidade para apresentar suas iniciativas na edição 2020 da Bett Educar. Já os primeiros colocados de cada categoria receberão prêmios de R 7 mil, além de uma viagem para participar da Bett Educar 2021 em Londres, Inglaterra.
O Prêmio Professor Transformador é organizado em conjunto pela Base2Edu, rede que conecta e fortalece profissionais e iniciativas voltadas à transformação da Educação; e pela organização da Bett Educar, maior evento de educação e tecnologia da América Latina.
Informações para imprensa:
R&F Comunicação
(11) 3628-5080




Elivaldo Ramos se desincompatibilizou do cargo de presidente do SINSPUTSAMPAN, por está pleiteando concorrer ao cargo eletivo de Prefeito no município Tutóia-MA


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Elivaldo Ramos, é professor, Sindicalista, comunicador (Radialista e blogueiro), pai de família e militante da política de Tutoia. 

Como comunicador sempre reporta informações relevantes para toda região Maranhense, assim como para o Brasil e o mundo, uma vez que o seu blog mesmo sendo de notícias regionais ultrapassam as fronteiras do Brasil a fora como é demostrados em registro no seu blog. 

Como militante político, sempre militou na trincheira da oposição por não concordar com a forma administrativas de alguns prefeitos. Elivaldo Ramos foi aliado do atual prefeito de Tutoia na eleição de 2016, porém, não fez parte do governo por não concorda também com o modelo de administração instalado no município.

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Elivaldo Ramos irá concorrer o cargo majoritário de prefeito em Tutoia  pelo partido PSB 40 (Partido Socialista Brasileiro). 



A seguir leia a nota publicada por ontem /28/05/2020 Elivaldo Ramos 


ELIVALDO: Nota aos associados do SINSPUTSAMPAN 

Companheiros(as), comunico a todos(as) do meu afastamento, a título de desincompatibilização do cargo de presidente do SINSPUTSAMPAN, por está pleiteando concorrer ao cargo eletivo de Prefeito no município Tutóia-MA (no pleito vindouro), nos termos da Lei Complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, no pleito de 2020 e da Resolução 23.609/2019, a partir de 28 de maio de 2020, até o registro da futura candidatura e ou final do pleito eleitoral ainda incerto com a pandemia do COVID-19. 
Todos os comunicados e solicitações feitas pelos associados devem ser encaminhados ao número de telefone/whatsapp do sindicato (98) 98575-1227;
A Diretoria do sindicato vai apresentar a todos em breve o meu substituto. 

Att: Elivaldo Ramos

Vereador Paulo Rogério do Vale (PSB) solicitou à Secretaria de Assistência Social informações sobre o recurso direcionado para o enfrentamento ao coronavírus



VEJA OS REPASSES. 

Ofício recebido pela  secretaria de Assistência social cobrando informações sobre o recurso direcionado àquela secretaria para o enfrentamento ao coronavírus.



PAULINO NEVES-MA: Condutor perde controle e Hilux capota entre os povoados Tingidor e Tapera


Hilux após capotamento 
Na tarde desta quinta-feira 28/05, uma Hilux capotou entre os povoados Tingidor e Tapera em trecho da MA 315 no município de Paulino Neves-MA. De acordo com informações colhidas, o condutor trafegava em alta velocidade e teria perdido o controle do veículo. Além do condutor, mais uma pessoa estava no veículo no momento do acidente.

Ainda de acordo com populares, o acompanhante (carona) foi transferido para a cidade de Parnaíba, mas não resistiu, vindo a óbito. O condutor do veículo é parente do proprietário de uma farmácia da cidade de Paulino Neves, e até o fechamento desta matéria não obtivemos notícias sobre seu estado de saúde. 




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sábado, 9 de maio de 2020

Como funciona o Sistema Educacional do Brasil

Sistema Educacional Brasileiro: entenda a divisão da nossa educação

sistema educacional
sistema educacional brasileiro costuma ser comentado na mídia, nas redes sociais, nas votações políticas, em uma conversa informal entre cidadãos, congressos com especialistas ou, claro, dentro da escola. Isso se deve ao fato de a educação ser um aspecto muito presente e necessário na vida dos indivíduos. Ela é a principal ferramenta para desenvolver profissionais e criar cidadãs e cidadãos mais conscientes sobre como a vida em sociedade funciona.
Mas você sabia que existem vários tipos de educação? Nós temos a educação nas áreas da saúde e também da política – da qual o Politize! faz parte –, assim como a educação regular e básica nas escolas, entre várias outras. Dessa forma, a educação busca cumprir seu papel fundamental de formar pessoas críticas, cientes e cidadãs dentro de suas sociedades. Neste texto, você entenderá mais sobre o que nossas leis estipulam em relação à educação básica e regular dentro das escolas e também sobre o funcionamento do sistema educacional em todo o país. Vamos lá?

MAS O QUE É O SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO?

A estrutura do sistema educacional brasileiro é definida por duas legislaturas principais. São elas a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei n.º 9.394 de 1996, conhecida como LDB – e as diretrizes gerais da Constituição Federal de 1988 – que dentro do Capítulo III determina que a educação básica é um direito de todos os cidadãos. Essas diretrizes autorizam que as esferas governamentais conduzam e mantenham os programas educacionais, que são pensados a partir da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
A BNCC está prevista na LDB como um conjunto de orientações de aprendizagem dos alunos para atingir metas educacionaisOu seja, ela busca garantir que todos os alunos tenham acesso ao conhecimento básicos e indispensáveisindependentemente de onde vieram ou suas condições de estudo. Conjuntamente, cabe à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios planejar, financiar, manter e executar políticas de ensino que estejam de acordo com a BNCC, a LDB e as diretrizes constitucionais. Se quiser se aprofundar mais no tema, confira os conteúdos do Politize! sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e sobre a Base Nacional Comum Curricular – a qual foi revisada e entregue em um novo modelo em dezembro de 2017.
Além dessas leis, vários órgãos são responsáveis pelo funcionamento do nosso sistema educacional. A nível federal, são os seguintes:
Já no âmbito estadual, assim como no Distrito Federal, decisões sobre o sistema educacional ficam a cargo das seguintes entidades:
E, por fim, em nível municipal, quem coordena a educação são:
  • Secretarias Municipais de Educação (SME); e
  • Conselhos Municipais de Educação (CME).
Art. 2º da LDB afirma que a educação é inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, cuja finalidade é desenvolver pessoas para exercerem a cidadania e qualificá-las para o trabalho. Além disso, a LDB define que existem duas categorias de ensino: a educação básica e a educação superior Adiante você entenderá um pouco mais sobre essa divisão.

DIVISÃO DO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO: PRINCIPAIS MODALIDADES

Educação Básica:

Tem caráter obrigatório – ou seja, é dever dos pais ou responsáveis que as crianças e adolescentes concluam a educação básica, assim como é dever do Estado oferecer essa educação. Ela é constituída pelas seguintes modalidades:
  • Educação Infantil: duração de 4 anos, com alunos de 0 a 3 anos;
  • Pré-escola: duração de 3 anos, com alunos de 4 a 6 anos;
  • Ensino Fundamental: duração de 9 anos, com alunos de 6 a 14 anos;
  • Ensino Médio: duração de 3 anos, com alunos de 15 a 17 anos;
  • Ensino Médio Técnico: escolas podem oferecer cursos técnicos em períodos contraturnos – que são os períodos extraclasse  para seus alunos. A duração é variável, podendo ser de 1 a 3 anos.
sistema educacional
Outras modalidades da Educação Básica:
  • Educação de Jovens e Adultos (EJA): atende a indivíduos que não tiveram a oportunidade de cursar o Ensino Fundamental ou Médio na idade prevista. No estado de São Paulo, por exemplo, já são mais de mil escolas que ofertam a modalidade EJA. Os módulos são de 6 meses cada e equivalem aos anos do ensino regular. O curso conta com quatro horas diárias, de segunda à sexta-feira. Todos os estados têm autonomia para elaborar seus métodos de ensino e gerir as escolas.
  • Educação no Campo: a oferta de educação continua sendo um dever do Estado e um direito dos indivíduos que moram longe de centros urbanos, nas chamadas zonas rurais. Desse modo, existem escolas adaptadas às peculiaridades da vida rural e de cada região, contendo seus próprios currículos, métodos didáticos e calendário escolar. Desde 2006, o CNE autorizou o projeto Programa Educacional no Campo (PROCAMPO) para formalizar as escolas de campo, abrangendo a “Pedagogia da Alternância”. Nessa metodologia, são considerados dias letivos também os momentos em que os alunos estudam em suas residências, exercendo projetos agrícolas e sendo supervisionados por suas escolas. Reconhecer essa peculiaridade ajuda a combater a evasão escolar.
  • Educação Especial: segundo a LDB, essa é a modalidade “para educandos portadores de necessidades especiais”. Ou seja, são escolas que possuem adaptações físicas e de materias escolares que facilitem o ensino a indivíduos com algum tipo de deficiência, seja ela física ou mental.

Educação Superior:

Composta pela graduação, pós-graduação (mestrado, doutorado e pós-doutorado) e ensino à distância (EaD) nas universidades. Nessa modalidade se encaixam alunos e alunas que concluíram o Ensino Médio, os quais geralmente são maiores de 17 anos. No Brasil, uma grande variedade de cursos é oferecida em diversas áreas do conhecimento, tendo durações diversas. Alguns desses cursos podem até ser realizados à distância – modalidade EaD.
Os cursos de nível superior são opcionais. Isso significa que o Estado não é obrigado a garantir que todos os cidadãos cursem essa modalidade, porém ele precisa garantir – segundo a Constituição – o acesso público e gratuito a ela.
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TRAÇANDO PARALELOS: COMO SÃO OS SISTEMAS EDUCACIONAIS EM OUTROS PAÍSES?

Muito embora cada país tenha inteira responsabilidade sobre a forma como coordena seu sistema educacional, é possível traçar, entre alguns deles, comparações com o sistema brasileiro. Selecionamos três países para apresentar essas características. Vamos lá?

Uruguai

Foi o primeiro país da América do Sul que definiu – na Lei de Educação Comum, promulgada em 1877  sobre um ensino primário, universal e gratuito. A divisão do sistema educacional uruguaio acontece da seguinte maneira:
  • Educação Pré-escolar: com duração de 1 ano para crianças de 5 anos;
  • Educação Primária: com duração de 6 anos; e
  • Educação Média: composta por dois ciclos, cada um com duração de 3 anos. O segundo ciclo já é realizado dentro uma instituição de ensino superior, e é opcional para os estudantes. Assim, quem ingressa no segundo ciclo está preparado para seguir na Educação Superior, também pública e gratuita.

África do Sul

Em 1996, foi aprovada uma Constituição que falava sobre o direito universal à educação básica, sendo obrigação do Estado torná-la acessível e gratuita a todos. Criou-se, então, o Ministério da Educação, que – em 2009  foi dividido em dois: o Ministério da Educação Básica (DBE)  responsável pela educação primária e secundária  e o da Educação Superior e Treinamento (DHET)  responsável pela educação superior e o treinamento profissionalizante.
Na África do Sul, a educação básica é dividida em duas faixas:
  • Educação Geral e Treinamento (GED); e
  • Educação Complementar e Treinamento (FET).
Após a conclusão destes – equivalente, no Brasil, à conclusão do ensino médio , os estudantes prestam exames administrados pelo governo, os “Senior Certificate Examinations”. As notas obtidas em tais exames são usadas nas aplicações para cursos superiores, de forma semelhante ao nosso ENEM.
Vale ressaltar que, até 1994, vigorava no país o apartheid  um sistema segregacionista de raças. Isso impedia legalmente que indivíduos negros frequentassem escolas que eram determinadamente brancas. Ou seja, a Constituição de 1996 tornou o ensino mais igualitário e é um marco para o sistema educacional no país.

Angola

Em dezembro de 2001, a Assembleia Nacional da República de Angola editou a Lei de Bases do Sistema de Educação  Lei nº 13/2001. Dessa forma, o sistema de ensino angolano passou a ser dividido em seis subsistemas:
  • Subsistema da Educação Pré-escolar: obrigatório e com duração de 1 ou 2 anos;
  • Subsistema do Ensino Geral: obrigatório e com duração de 12 anos. Esse nível ainda é composto por dois ciclos de seis anos;
  • Subsistema do Ensino Técnico-Profissional: opcional e com duração curta variável;
  • Subsistema de Formação de Professores: opcional e com duração de 4 a 6 anos;
  • Subsistema da Educação de Adultos: opcional e de duração variável; e
  • Subsistema do Ensino Superior: também opcional e de duração variável.
A diferença notada aqui é a criação de um subsistema que se dedica apenas às formações específicas de professores. Trata-se de uma estratégia necessária em uma época em que havia poucos profissionais formados no país. Assim, o acesso ao curso de pedagogia foi impulsionado pelo governo para que os estudantes, quando formados pelo Ensino Geral, pudessem se tornar professores. Já o Subsistema da Educação de Adultos se assemelha com a modalidade EJA do Brasil.
Leia também: como um facilitador pode ajudar na educação política?
A fim de facilitar a compreensão sobre o funcionamento do sistema educacional e do acesso ao ensino no Brasil, o Politize! te explicou como e quem define como é dividida a nossa educação. Vale destacar a existência de uma página respondendo perguntas frequentes no site do Ministério da Educação (MEC). Além disso, na aba “Participação” na página da Câmara dos Deputados, é possível sugerir projetos de leis para serem votadas. Se você acredita que pode mudar ou aprimorar o sistema educacional, dê suas sugestões nesses sites. Cidadania é, também, participar em prol de uma educação de qualidade para todos!
Conseguiu entender como é dividido o sistema educacional brasileiro? Deixe suas dúvidas e sugestões nos comentários!
Aviso: mande um e-mail para contato@politize.com.br se os anúncios do portal estão te atrapalhando na experiência de educação política. 🙂
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Publicado em 01 de agosto de 2018.

Paula Campioni
Professora e Engenheira que gosta de questionar, escrever, discutir sobre política e o que mais convir.



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