quinta-feira, 26 de novembro de 2020

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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

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Esposa do Blogueiro Foguinho é uma das vítimas de grave acidente na zona rural de Chapadinha que deixou dois mortos

                                        Vítimas - Laiane Cristina, esposa do blogueiro Foguinho e o jovem Ricardo Leal
 

Um trágico acidente ocorrido na tarde desta quarta-feira (25), culminou com a morte da jovem Laiane Cristina, 30 anos, esposa do blogueiro Júlio Ribeiro, o Foguinho. 


Segundo informações do Blog Interligado, ela e o jovem identificado como Ricardo Leal caíram dentro de um açude no povoado Canto dos Ferreira, zona rural de Chapadinha. Eles estavam num veículo Toyota Corolla, que pertence ao blogueiro Foguinho. Uma terceira passageira do veículo sobreviveu.


Ambos eram amigos de faculdade. Eles estavam vindo de um trabalho da faculdade. Ainda não se tem detalhes do acidente. 



Fonte  Portal CN1 


Nós do blog Elivaldo Ramos nos solidarizamos com profundo pesar ao blogueiro Foguinho.



Final da Copa Delta Lençóis de MTB destaca Paulino Neves e Tutóia como campeões

 


No último domingo, 22 de novembro, aconteceu a grande final da Copa Delta Lençóis de MTB, com o Desafio dos Fortes, realizada na cidade de São Bernardo, reunindo atletas de diversas cidades do Piauí e Maranhão, como Chapadinha, Tutóia, Paulino Neves, São Bernardo, Parnaíba, Barras, Santa Quitéria, entre outras.

“A Copa Delta Lençóis de MTB tem seu planejamento, organização e execução pelos clubes Pedal 100 Limites de Tutóia, Pedal Livre de São Bernardo, Lençóis Pedal de Barreirinhas e Paulino Neves Bike Clube de Paulino Neves” informou Raimundo um dos organizadores.

Na categoria Master Masculina, o tutoiense Paulo Cross foi novamente campeão.

E na categoria Elite Masculina, Leonardo Vilar, também tutoiense conquistou o campeonato.

Na categoria Junior, o paulinoense Marcelo Araujo, foi o campeão.

E na categoria Elite Feminina, a tutoiense Rayane Rocha foi a grande campeã.


Veja como ficou a classificação geral.


















A diretoria da competição agradece a todos os colaboradores, em especial nossos patrocinadores:

 







terça-feira, 24 de novembro de 2020

Tutoia não está preparada para a longevidade da população



O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon lançou a segunda edição do Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade (IDL), que tem como objetivo avaliar o preparo de 876 municípios brasileiros para a longevidade da população. Presente no estudo, Tutóia está em 534° lugar no ranking de cidades pequenas, que é composto por municípios até 104 mil habitantes, aproximadamente. De acordo com os resultados, que leva em consideração 50 indicadores, o município não apresenta preparo satisfatório para a longevidade. 

“O papel do IDL é ser uma ferramenta prática que contribua diretamente para que os gestores públicos desenvolvam políticas que melhorem a qualidade de vida nas cidades. Da mesma forma, é um importante aliado para que a sociedade conheça de forma objetiva a realidade de seus municípios e, com isso, possa escolher melhor os seus próximos representantes, principalmente em um ano de eleição municipal”, explica Henrique Noya, diretor-Executivo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. 

O estudo completo pode ser acessado pelo site melhorescidades.org. 

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Bicicleta, substantivo feminino

 PODEMOS DIZER, ASSIM, QUE A BICICLETA ESTÁ PARA A MOBILIDADE URBANA COMO A MULHER ESTÁ PARA A SOCIEDADE.

A cena hoje comum de uma mulher pedalando, nem todo mundo sabe, só tornou-se possível porque houveram mulheres que confrontaram os hábitos e as normas que as impediam de fazê-lo. Toda “mulher moderna” está em débito de reconhecimento e respeito com as mocinhas e damas que, no passado não tão longínquo, sofreram censura, repreensão e humilhação por sair às ruas guiando uma bicicleta.

A emancipação da mulher ainda não é plena nem aqui nem na maior parte do mundo, e os avanços foram conquistados com muuuita luta, doída luta, até letal luta, tanto organizada nas ruas, quanto individual nos lares. E ainda é preciso muito esforço para que a mulher consiga desvencilhar-se totalmente das crendices, sustentadas pelas instituições seculares, que já a mantiveram em situação de submissão e até sob violência, extremo este que, contudo, ainda persiste em muitas culturas contemporâneas.

Podemos dizer, assim, que a bicicleta está para a mobilidade urbana como a mulher está para a sociedade. Ainda vivemos situações em que a mulher é secundarizada e oprimida pelos cônjuges, pelos patrões e pelos gestores públicos; e a bicicleta ainda é desprezada e coagida pelos motoristas, pelos investidores e, do mesmo modo, pelos gestores políticos.

Hoje alcançamos a condição não somente dos homens poderem admirar as mulheres pedalando, mas das próprias mulheres poderem manifestar abertamente o mesmo sentimento pelos homens. Liberdade de movimento e liberdade sexual vieram juntas. Nesse tema, entretanto, nem tudo é charmoso: o olhar objetificante do machista ainda é comum e chega às raias do constrangimento e da violação. Não é nada incomum o assédio, as gracinhas, buzinadas e outras baixarias contra as mulheres, o que não apenas as ofendem, mas lhes causam riscos de acidentes.

A bicicleta permitiu à mulher ampliar seu horizonte ao lhe conferir autonomia de deslocamento. A bicicleta ajuda a ir mais longe e a chegar mais rápido, sem depender do favor ou da vontade de terceiros, sejam estes o marido, o pai, o irmão ou o filho. Ir ao trabalho ou à escola? Levar o filho na creche? Fazer compras? Tais funções sociais podem ser cumpridas com mais eficiência servindo-se de um veículo a pedal. Caminhar cansa? Estão pesadas as bolsas? O ônibus demora e é caro pra caramba? É para melhorar esse desconforto que existe a bicicleta!

Mas para melhorar as condições de uso da bicicleta pela mulher, são necessárias políticas públicas cicloinclusivas. Não que tratemos a mulher como sexo frágil, mas temos que reconhecer que a desigualdade de gênero ainda praticada na sociedade a coloca em desvantagem. Ainda prepondera para as mulheres a administração geral do lar, a responsabilidade com a prole, a dupla jornada de trabalho e a menor remuneração – portanto, é mais difícil para elas do que para os homens enfrentarem mais uma carga no trânsito. É dever da sociedade propiciar a inclusão feminina em todas as esferas da vida social. E protegê-las, sobretudo dos trogloditas que fazem do carro uma ferramenta de autoafirmação da sua masculinidade.

Mas há mulheres que não ficam paradas, esperando o mundo ao redor melhorar. Pelo contrário, vão às ruas, em número crescente, reforçando a demanda e até engrossando a pressão explícita, pelas estruturas de democratização do trânsito. Seja como transporte, nas pedaladas noturnas ou no esporte, cada vez é maior a participação feminina. E elas agregam não apenas quantidade, mas qualidade: quando não turvada pela cultura masculina, a feminilidade possui especificidades de cognição, sensibilidade e visão de mundo que harmonizam a cultura e tornam mais igualitárias as normas sociais.

A bicicleta foi, outrora, responsável pelo aumento da visibilidade social da mulher, ampliando sua presença no espaço público, de modo chamativo e até chocante. Agora a bicicleta reveste-se de outro significado, ao questionar padrões sociais de luxo, ostentação e desperdício cujos maiores ícones são as indústrias automotiva e petrolífera. Neste contexto, a bicicleta tem sido utilizada para desdenhar os padrões de beleza fabricados a cada estação e também para questionar a adesão das próprias mulheres ao estilo de vida que foi construído e ainda se desenvolve consoante aos valores machistas.

Não são todas as mulheres que incorporam a mentalidade difundida pelo mercado de que toda mulher independente quer ter seu próprio carro. Não é apenas uma questão de ponto de vista ou de liberdade de escolha. Trata-se de uma opção pela igualdade social: se é impossível técnica, econômica e ambientalmente que todo indivíduo possua um carro, sua posse pressupõe a disputa, a disputa que tem caracterizado historicamente a cultura patriarcal.

A igualdade social, assim com a igualdade de gênero, só é possível de ser alcançada com a vida simples, a comunidade frugal, a sociedade do baixo impacto, e a bicicleta é um símbolo nato deste projeto. Está na hora, amigos e amigas, de ouvirmos as mulheres que andam de bicicleta.

© Trek
Texto da Revistabicicleta: https://revistabicicleta.com/comportamento/bicicleta-substantivo-feminino/

SÃO BERNARDO-MA RECEBEU NESTE FIM DE SEMANA A ÚLTIMA ETAPA DO CAMPEONATO DELTA LENÇÓIS DE CICLISMO



Entre os destaques da premiação os tutoienses ficaram assim:

Elite masculina: Wesley, 3º; Léo Silva 4º; Sards Marques, 5º.  

Elite Feminina: Raiane, 2º;

Master B1: Paulo Crozz 1º.

Turismo Feminina: Tereza Cristina, 2º, e Antônia Muniz, 3º.





 

São Bernardo organizou, quem comemorou gostou, aqueles que esperavam areia, a chuva levou, as quedas foram bastantes, quase uma clavícula quebrou. Estava Parnaíba, Tutóia, Chapadinha, Barras, Buriti dos Lopes, Luzilândia e Luiz Correia, Barra do Corda, São Bernardo, Paulino Neves, Santa Quitéria com pedal na veia, Magalhães de Almeida, São Luís e Altos a trilha estava cheia. Ao longo do percurso, tinha muito piqui, bacuri e muita velocidade, a trilha era na chapada e os terrenos mudavam com facilidade, o bom de tudo isso é participar e fazer novas amizades. No segundo desafio dos fortes, todos forte até quem estava fraco, o percurso estava no rosto e nos sorrisos de quem chegava, mesmo sem pódio, a festa era por ter completado. As mulheres estavam na trilha e não foi suspensa as campeãs, a beleza é sem dúvida e garante a grande disposição, elas foram as fortes e sempre serão. A festa é do ciclismo dos atletas em questão, as bikes estavam prontas pra ganhar um pódio na trilha com chapadão, os pontos foram garantidos pra pontuar e assim serem campeões. São Bernardo organizou e comprovou que o ciclismo tem direção, diantes dos imprevistos, uma conversa é sempre a melhor opção, a festa foi garantida, parabéns aos nossos campeões. Texto de Humbergson Nascimento

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