sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Sindicato (SINSPUTSAMPAN) e Associação do Povoado Curralinho se reúnem com Secretaria de Estado de Educação e cobram transporte escolar para o Ensino Médio

Na manhã da última terça-feira (22) um grupo composto pela sindicalista Nazaré Sousa (representando o SINSPUTSAMPAN), o presidente da Gleba Belágua, Edilson Gonçalves e o presidente da Associação de Moradores do povoado Curralinho esteve reunido com o Secretário Adjunto de Educação Fábio Rondom.

Tutoienses em reunião com a Educação do Estado - no destaque, Nazaré Sousa, Edilson Gonçalves e Fabio Rondom


Veja o relatório da reunião: 


Aos vinte e dois dias do mês em curso reuniram se na sala do secretário adjunto Padre Fabio Rondom, Dejamara  e Valder responsáveis pelo setor do transporte escolar na Secretaria do Estado de Educação em São Luís-MA, a professora Nazaré Sousa, sindicalista  e membro da comissão eleitoral do processo das eleições para gestores da rede  estadual da escola Casemiro de Abreu , e ainda, Edilson Gonçalves, presidente da Gleba Belágua e Pedro Araújo, presidente da associação do povoado Curralinho.
Levamos um dossiê completo da atual situação dos alunos do ensino médio das extensões totalizando 1.461 estudantes dos anexos de extensões Seriema, São Bento, Jardim e Santana dos Carvalhos, onde a maioria dos alunos estão  desistindo por falta do transporte escolar.
Padre Fabio nos relatou que o município de Tutoia esta desassistido pelo transporte porque o poder executivo municipal não assinou o termo de adesão junto ao governo do estado e que o estado tem de contra partida R$ 200,000.00 mil reais para fazer a contra  partida. Mediante a essa situação sugerimos algumas propostas. Uma delas foi que o próprio Estado contratasse diretamente com os donos de transporte entre outras que ficarão em segredos para as demais providências, na ocasião no que nos foi relatado que por diversas vezes tentaram conversar com a Secretaria de Educação de Tutoia e não obtiveram êxito.
 O que podemos concluir com tudo isso é que a educação é tratada como bola de ping- pong e  o estado que é o responsável legal pelo o Ensino Médio tem que assumir o seu papel mediante a essa situação e o município tem que fazer sua 
parte em se tratando de educação. Não interessaria quem tem que fazer, todos deveriam dar sua parcela de contribuição e não ser omissos mediante essa situação desagradável em relação ao transporte desses alunos, levando aos pais desses alunos a ficarem sem sua alimentação para poderem pagar o transporte particular para que seus filhos possam se locomover até a escola.
É, em síntese, uma verdadeira vergonha, ou melhor, é inadmissível que em pleno século XXI as pessoas tenham que ser submissas a essas situações de um sistema de politicagem por partes de governantes omissos e sem nenhum respeito pela população.
O ECA no Art.4º  preconiza que “É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à  saúde, à alimentação, à educação, ao esporte ,à liberdade e à convivência familiar e comunitária”. Este desrespeitado.


Detalhes do documento recebido

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