terça-feira, 19 de julho de 2016

Maranhão terá antibiótico recolhido pela Anvisa


Maranhão terá antibiótico recolhido pela Anvisa
O Maranhão será um dos seis estados que terá o antibiótico, Cefalexina 500mg, recolhido pela  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Agência determinou a suspensão da distribuição, comercialização e uso do lote número 3225286 do antibiótico, do laboratório Teuto Brasileiro. As 1.960 caixas do lote têm validade até 10/2016 e foram distribuídas pelo laboratório para farmácias e drogarias de seis Estados: São Paulo, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pará.

Nos testes feitos pelo Lacen-PR (Laboratório Central do Estado do Paraná), a prova e a contraprova do medicamento foram consideradas insatisfatórias, pois apresentavam comprimidos partidos. A Cefalexina 500mg é um antibiótico genérico muito popular recomendado para o tratamento de infecções por bactérias.

O Laboratório Teuto Brasileiro informou que, após ser notificado pela Anvisa sobre os resultados dos testes feitos no Paraná, iniciou uma investigação para identificar algum desvio de qualidade na produção do lote 3225286.

Após essa investigação, o laboratório não identificou falhas ou ocorrências que possam ter ocasionado a quebra de comprimidos, como indicou a análise do Lacen-PR.

O laboratório também informou que foram feitos testes no medicamento. A amostra do mesmo lote foi analisada em todos os parâmetros físico-químicos, não sendo observados resultados em desacordo com a especificação, confirmando a qualidade e eficiência do produto.

De acordo com a Teuto, o evento que causou a quebra dos comprimidos dentro do blíster (parte da embalagem que protege a cápsula) deve estar relacionada a variáveis existentes após a comercialização do produto, as quais podem causar impactos significativos na embalagem e gerar esse tipo de defeito.

A empresa argumentou na defesa apresentada à Anvisa que o problema encontrado teve relação no manuseio do lote na cadeia de distribuição. Teuto informou também que os consumidores que compraram o produto podem tirar as suas dúvidas pelo SAC da empresa. As caixas que ainda não foram vendidas nos seis estados serão recolhidas pelo laboratório.

Fonte: cnsaoluis

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